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Análise: Palmeiras (quase) ideal dá boa resposta e exemplo prático de que pode jogar mais

  • Foto do escritor: MDD Sports
    MDD Sports
  • há 2 dias
  • 3 min de leitura

Análise: Palmeiras (quase) ideal dá boa resposta e exemplo prático de que pode jogar mais


Verdão vence o São Paulo e tem rápida reação após pior derrota na era Abel Ferreira


O Palmeiras entrou em campo nesse sábado precisando de uma resposta após sofrer na terça a pior derrota da era Abel Ferreira. O time conseguiu o feito ao vencer o São Paulo por 3 a 1, no primeiro teste da equipe (quase) ideal para 2026.


Exceto por Vitor Roque, que iniciou no banco após uma semana treinando com controle de carga, o Verdão foi para o Choque-Rei com o que há de melhor atualmente: Carlos Miguel, Khellven, Gustavo Gómez, Bruno Fuchs, Piquerez, Marlon Freitas, Andreas, Mauricio, Allan, Sosa e Flaco López.

Já nos primeiros minutos, o Verdão mostrou uma característica que apareceu pouco em 2026, mas é uma marca com Abel: a marcação sob pressão no ataque. Foi a partir dela que a equipe abriu o placar, com Mauricio.


O camisa 18 jogou como um segundo atacante, emulando o que o Palmeiras faz quando joga com Vitor Roque e Flaco López. Allan e Sosa eram os jogadores abertos pelos lados, com Marlon iniciando a construção, e Andreas como segundo volante.


Se o desempenho do Verdão não empolgou durante os testes das primeiras rodadas do Paulista, o Choque-Rei foi um exemplo prático de que é possível jogar bem.

Durante a maior parte do clássico, o time ficou menos com a bola (terminou com 37%), mas teve momentos em que envolveu o São Paulo construindo desde a defesa.


Nos pontos altos ofensivamente, o Palmeiras contou com participações efetivas de Marlon Freitas e Andreas Pereira. Quando os dois se aproximavam para começar a criação, o time não dependeu de bolas longas ou marcação pressão no ataque para finalizar.

Foi assim no segundo gol, em que o camisa 27 encontra Andreas com espaço no círculo central para arrancar até a entrada da área.


Flaco López, também, mostrou desempenho como dos seus melhores momentos em 2025. Participou dos três gols com duas assistências e ainda deixou o seu. Foi quem mais deu trabalho para a defesa são-paulina. Ele não fez dupla com Vitor Roque, pois deu lugar para a entrada do camisa 9, que logo no primeiro lance acertou a trave.


Com todos à disposição, o Palmeiras mostrou que pode ser uma equipe com mais fluência ofensiva. Ter Bruno Fuchs e Marlon na primeira linha ajuda, assim como Andreas Pereira. Sem eles, o time foi muitas vezes burocrático neste começo de ano, por isso forçou tantas bolas longas.


Há, contudo, ajustes a serem feitos, especialmente na parte defensiva. O São Paulo conseguiu incomodar usando os lados do campo, onde encontrou espaços para fazer cruzamentos que dificultaram a marcação alviverde.


Para jogar com Marlon e Andreas juntos, ainda será necessário avançar no entrosamento, pois são praticamente dois "camisas 8". O problema é que Emiliano Martínez, um 5 de origem, entrou e não se encontrou na reta final do clássico, em que o São Paulo pressionou.


Ainda faltam reforços, além dos retornos de Lucas Evangelista e Paulinho. Mas o Palmeiras deu uma resposta de que o ano não acabou após três semanas. Precisa de ajustes, como qualquer equipe neste começo de 2026, mas há um caminho promissor para se percorrer.






Flaco López comemora gol do Palmeiras contra o São Paulo — Foto: Marcos Ribolli




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