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Ex-atacante, Robert Renan é destaque da Seleção sub-20 e fala de saída do Corinthians para o Zenit

  • Foto do escritor: MDD Sports
    MDD Sports
  • 2 de fev. de 2023
  • 3 min de leitura

Zagueiro mostra qualidade na saída de jogo, com passes e dribles na campanha do Sul-Americano. Sobre a transferência para futebol russo, ele vê oportunidade como sonho de jogar na Europa


Apenas 19 anos, 1,86m. Com passe, drible e chute forte. As credenciais de Robert Renan servem tanto para defender quanto atacar. Hoje, ele é zagueiro da seleção brasileira sub-20, de campanha competente no Sul-Americano da categoria na Colômbia - com quatro vitórias em cinco jogos e na liderança do hexagonal final da competição que classifica quatro para o Mundial sub-20.


Mas o jogador revelado pelo Corinthians e que se transferiu para o Zenit da Rússia envolvido na negociação de Yuri Alberto já foi atacante. Ainda antes de chegar aos juvenis ele recuou e foi meia até finalmente virar defensor. Camisa 4 da seleção brasileira sub-20 de Ramon Menezes.


A seleção brasileira sub-20 é líder do hexagonal final e joga contra a Venezuela na sexta

No início, a mudança não foi bem digerida, contou Robert Renan, em papo com o ge nessa quarta-feira, dia seguinte à vitória contra o Equador por 3 a 1. Mas o que se vê em campo hoje é um jogador que ajuda na criação de jogadas com a cabeça erguida e passe preciso e vertical para lances de ataque.

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Foto: Rafael Ribeiro / CBF

- Eu era atacante no futsal e até o sub-14. Aí no sub-15 eu desci para meia, ainda no Novorizontino. Mas no mesmo ano me botaram para a zaga, porque eu era o maior do time. Eu fiquei bravo, reclamava ainda. Mas depois eu entendi que era importante para mim. Eu tinha muita técnica, é difícil zagueiro ter muita técnica. Mas no início foi muito difícil - admitiu Robert.


- Meu ídolo era o Ronaldo, eu pensava em jogadores mais adiantados. Me inspirava nesses caras. Depois que comecei a entender o que era ser zagueiro me inspirei no marquinhos e até mesmo no Gil, do Corinthians.


Um dos destaques da equipe que tem quatro vitórias em cinco partidas no Sul-Americano sub-20, o garoto nascido na Ceilândia, no Distrito Federal, se despediu do Corinthians antes de experimentar a consolidação num dos grandes do futebol brasileiro. Foram apenas 13 jogos nos profissionais. A despedida foi pelo Instagram num post.


Robert Renan vai chegar após a pré-temporada da equipe do Zenit - realizada em Dubai - e lá vai encontrar Malcom, outro ex-corintiano, e Claudinho. Vai ser tudo novo. O jogador brinca que nem roupa para o frio rigoroso russo tem, mas vai aproveitar as dicas dos companheiros brasileiros.


- Sempre foi meu sonho sair. Sempre foi meu sonho jogar na Europa. Quando apareceu a proposta do Zenit, pensei que podia ser um novo caminho para mim. É uma porta de entrada na Europa. Também é uma equipe boa, um lugar legal para morar, para me adaptar. A primeira vez que eu soube da proposta, eu já queria ir - contou o defensor.


Os guerreiros de Ramon

Faltam quatro jogos para o Brasil definir o rumo da seleção no Sul-Americano sub-20. Contra o Equador, apesar da vitória por 3 a 1, foram 15 finalizações equatorianas - sete no gol - e muitas defesas do goleiro Mycael. Robert Renan usou expressão da moda no futebol e considerou que o Braisl "soube sofrer dentro do jogo". No entanto, ele viu controle do jogo pela seleção de Ramon Menezes.


Sem conseguir a classificação em três das últimas quatro edições de Sul-Americano sub-20 - 2013, 2017 e 2019 não se classificou e em 2015, pela última vez, foi na quarta posição - e sem o título desde 2011, na geração de Neymar, Casemiro, Danilo e outros que jogaram Copa do Mundo, o novo jogador do Zenit destacou méritos de Ramon no trabalho e também o foco do grupo em classificar.


- Essa foi uma das coisas, das conversas mais faladas pelo grupo - admitiu Robert Renan, um dos líderes da equipe com Andrey, Marlon Gomes e Mycael.


- Mas acredito que o Ramon passa muito espírito de guerra. Ele vem passando muito isso para nós. Por isso somos um time muito aguerrido. Apesar que ele era um 10 clássico, que não era muito de marcar, mas ele está passando muita garra para nós.


Na reta final, na altitude de Bogotá, Robert Renan vê o grupo comprometido para terminar muito bem a competição. De preferência com o 12º título sul-americano da seleção brasileira na categoria sub-20.


- Cada jogo vamos ir com tudo. Cada jogo é uma final. Acredito que nossa equipe está bem entrosada. Se Deus quiser vamos sair com as quatro vitórias e ser campeão.


Fonte;ge.globo

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