EUA e Canadá terão mais uma revanche na final do hóquei no gelo feminino de Milano Cortina 2026
- MDD Sports

- há 1 dia
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EUA e Canadá terão mais uma revanche na final do hóquei no gelo feminino de
Milano Cortina 2026
Pela sétima vez, a final feminina do hóquei no gelo trará o clássico Estados Unidos x Canadá, após goleada americana na primeira fase; EUA e Canadá se impuseram nas semifinais, enquanto Suécia x Suíça decidirão o bronze

Foto de Salomon Micko Benrimoh
O maior clássico do hóquei no gelo feminino terá mais um tira-teima na final dos Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina 2026. Estados Unidos e Canadá se enfrentarão na decisão, após ganharem as semifinais nesta segunda-feira, 16 de fevereiro. Será a sétima final entre as duas seleções em oito edições do torneio Olímpico feminino.
Os Estados Unidos garantiram primeiro a vaga na final. Diante da Suécia, uma das sensações da competição, as americanas se impuseram sem piedade: 5 a 0. Já o Canadá teve mais dificuldades para superar o ferrolho da Suíça, ao vencer por 2 a 1. Os dois gols foram anotados pela capitã Marie Philip-Poulin, que se tornou a maior artilheira da história do hóquei no gelo feminino em Jogos Olímpicos de Inverno, com 20 tentos.
O Canadá leva a melhor no histórico contra os Estados Unidos. Em finais Olímpicas, são quatro vitórias canadenses em seis duelos anteriores. Já em Campeonatos Mundiais, são 13 triunfos do Canadá em 23 decisões. No entanto, os EUA ganharam a final do Mundial 2025, bem como golearam por 5 a 0 no duelo da fase de grupos de Milano Cortina 2026.
A final do hóquei no gelo feminino acontecerá na próxima quinta-feira, 19 de fevereiro, às 15h10 – horário de Brasília. A decisão do bronze entre Suécia e Suíça ocorrerá no mesmo dia, mais cedo, a partir das 10h40.
Placares das semifinais do hóquei no gelo feminino em Milano Cortina 2026
Suécia é valente, mas EUA disparam no segundo período
A Suécia alcançou as semifinais do hóquei no gelo feminino com uma campanha invicta. As suecas venceram todos os seus jogos pelo Grupo B e eliminaram a favorita Tchéquia nas quartas de final. O problema era mesmo encarar os Estados Unidos, com uma equipe também invicta e credenciada ao ouro sobretudo após vencer o Canadá na primeira fase.
Como era de se esperar, os EUA dominaram o primeiro período. O gol não demorou a sair, aos 05:09 no relógio. Após jogada de Lee Stecklein, Kelly Pannek arrematou e Cayla Barnes desviou o puck para as redes. Mas, apesar da presença ofensiva das americanas, as suecas deram alguma pressão no primeiro período e tiveram ao menos duas boas chances de empatar.
O segundo período começou com uma postura mais agressiva da Suécia, mas quase o segundo gol dos EUA saiu, barrado pela trave.
As suecas também não aproveitaram o power play (quando, após penalização, a equipe adversária fica com uma jogadora a menos por dois minutos) e pagaram caro, com o segundo gol das americanas aos 29:09. Hannah Bilka serviu a assistência no contra-ataque, para tento de Taylor Heise.
A Suécia chutou mais durante o segundo período, mas as chances dos EUA eram mais claras. A vantagem se tornou maior aos 35:12. Hannah Bilka deu mais um passe preciso e, com pouco ângulo, Abbey Murphy anotou o terceiro gol.
O tento derrubou o ânimo das suecas, que tomaram o quarto gol na sequência, aos 36:10. Laila Edwards arriscou de longe e contou com a visão encoberta da goleira. E o quinto gol não tardou, aos 37:59, em assistências de Tessa Janecke e Britta Curl à conclusão de Hayley Scamurra.
Com a vitória dos Estados Unidos encaminhada, o terceiro período teve um ritmo mais baixo. A Suécia passou mais tempo no ataque, mas a competência dos Estados Unidos na defesa também era outra grande virtude. Placar inalterado e triunfo por 5 a 0.
Canadá e Suíça se enfrentam nas semifinais do hóquei no gelo feminino
Canadá passa apertado e Marie-Philip Poulin amplia sua lenda
O Canadá era amplo favorito contra a Suíça. As canadenses não atravessam seu ciclo mais imponente e nem fazem uma campanha impecável, mas sempre merecem respeito, com cinco ouros Olímpicos no currículo. Já a Suíça surpreendeu no torneio. Ficou na última posição do Grupo A, com as seleções mais bem ranqueadas, mas conseguiu eliminar a Finlândia nas quartas de final. As suíças deram mais trabalho para o Canadá nesta segunda-feira do que na derrota por 4 a 0 da fase de grupos.
O primeiro período contou com domínio total do Canadá, mas o placar permaneceu zerado. As canadenses acuaram as suíças e acumularam 13 finalizações, mas esbarraram na defesa adversária e também na trave. O único power play do primeiro período foi da Suíça, que não aproveitou, com apenas um chute nos 20 minutos iniciais.
A partida começou a se abrir para o Canadá a partir do início do segundo período. As canadenses não precisaram nem de dois minutos para assinalar o gol, aos 21:49. E foi um tento muito importante: a lendária Marie-Philip Poulin marcou seu 19° gol em Jogos Olímpicos, transformando-se na maior artilheira da história do torneio. Não foi um lance tão bonito, em tiro de longe que ricocheteou para entrar, mas foi bastante festejado.
Não demorou para Poulin assinalar também seu 20° gol em Jogos Olímpicos, aos 28:21. Desta vez foi um lance de raça da capitã, que praticamente se jogou no gelo para completar às redes, em jogada construída com assistências de Ella Shelton e Daryl Watts. Foram 22 finalizações do Canadá no segundo período, contra só três da Suíça.
Apesar disso, a Suíça conseguiu se reavivar no terceiro período. Precisando do resultado, a equipe europeia saiu para o jogo e incomodou bem mais na pressão. O gol suíço saiu aos 44:53, numa roubada de Alina Muller, que passou para a conclusão livre de Rahel Enzler. Contudo, apesar das esperanças, a Suíça se afobou. Desperdiçou oportunidades e, quando trocou a goleira para adicionar uma atacante, uma penalização logo desfez a vantagem numérica na linha, a dois minutos do fim. Não deu tempo para reagir.
FONTE:https://www.olympics.com
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