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Brasil bate recorde de ouros no Mundial de Atletismo Paralímpico

  • Foto do escritor: MDD Sports
    MDD Sports
  • 22 de mai. de 2024
  • 2 min de leitura

Com Wanna Brito, no arremesso de peso F32, país alcança a 17ª medalha dourada, superando os 16 ouros conquistados em Lyon 2013


O Brasil ganhou mais um ouro na sessão da madrugada desta quarta-feira (tarde de quarta no Japão) do Mundial de Atletismo Paralímpico de Kobe. Com o título de Wanna Brito no arremesso de peso F32, o país somou 17 medalhas douradas na competição e bateu o recorde histórico de Lyon 2013, quando esteve no primeiro lugar por 16 vezes, até então, considerada a melhor campanha do país entre todas edições de Mundiais.


A amapaense Wanna Brito garantiu medalha de ouro pela segunda vez na competição. Ela era a favorita da prova do arremesso de peso F32 (paralisados cerebrais). Atual recordista mundial da disputa, com 7,85m, a atleta, que teve diagnosticada paralisia cerebral no momento do parto, venceu com a distância de 7,74m. Esse é o segundo ouro da amapaense na competição. Antes, havia sido campeã mundial no lançamento de club F32.

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— Foto: Divulgação/CPB

- Dever cumprido. Mas quero muito mais. Quero muito esse pódio nos Jogos de Paris, por isso, vou trabalhar muito para que isso aconteça. A primeira medalha eu ganhei para minha mãe, agora essa vai para o meu pai. O trabalho psicológico que fiz me ajudou muito, tem sido essencial tanto quanto a musculação ou a técnica. Tenho trabalhado muito isso - afirmou Wanna.


Já a piauiense Keyla Barros repetiu o feito de Paris 2023 e conquistou a medalha de prata nos 1.500m T20 (para pessoas com deficiência intelectual) nesta noite no Japão (manhã no Brasil). Completou a prova em 4min31s81, sua melhor marca na temporada. A polonesa Barbara Bieganowska-Zajac foi a vencedora, com 4min27s36, enquanto a húngara Ilona Biacsi finalizou em terceiro lugar, com 4min42s51.


- Veio outra prata, eu queria o ouro. Agora o ouro está entalado. Mas fico feliz em ter contribuído novamente com o Brasil no quadro de medalhas. Estou feliz por estar correndo de volta. Foram seis meses lutando contra lesões, é bem difícil o retorno, principalmente, mentalmente. Espero treinar mais e conseguir o primeiro lugar em Paris - declarou.


A outra medalha da noite em Kobe foi do paraibano Ariosvaldo Fernandes, o Parré, que levou a prata nos 100m T53 (que competem em cadeira de rodas). O brasileiro, que havia sido medalhista de bronze em Paris 2023 na mesma prova, fez o tempo de 15s05 e ficou somente atrás do saudita Adbulrahman Alqurashi, com 14s87. O bronze foi do tunísio Mohamed Khelifi, que terminou em 15s23.


- Fiquei satisfeito com a prova. Tínhamos a meta de ao menos conseguir repetir a medalha que havíamos conquistado em Paris 2023. Novamente, sou vice-campeão mundial. Foi importante para definir os ajustes finais até os Jogos Paralímpicos - disse Parré.


Ao todo, o Brasil também soma 17 ouros, oito pratas e cinco bronzes, e está na segunda colocação do quadro geral de medalhas. A líder China continua na frente por ter um ouro a mais, além de 16 pratas e 14 bronzes.


Fonte;ge.globo

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