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Bastidores: Corinthians não teme perder Hugo Souza e condena "tom desnecessário" do Flamengo

  • Foto do escritor: MDD Sports
    MDD Sports
  • 16 de out. de 2024
  • 3 min de leitura

Bastidores: Corinthians não teme perder Hugo Souza e condena "tom desnecessário" do Flamengo


Direção alvinegra entende que clube carioca está fazendo movimento coordenado na tentativa de fazer jogo de cena para a torcida e tirar foco do Timão às vésperas de semifinal da Copa do Brasil


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O Corinthians busca uma solução para concluir a negociação pela compra de 50% dos direitos econômicos de Hugo Souza e garantir a permanência do goleiro pelos próximos anos. Além disso, a direção alvinegra tenta minimizar os impactos do que considera um movimento coordenado do Flamengo às vésperas da segunda e decisiva partida da semifinal da Copa do Brasil.

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— Foto: André Durão

Segundo apurou o ge, o Corinthians entende que a pressão pública feita pelo Flamengo na negociação pelo goleiro tem dois objetivos: minimizar perante o torcedor rubro-negro a perda de um jogador que se destacou por um valor considerado abaixo do mercado e aumentar a pressão emocional em cima do goleiro e da equipe dias antes de um jogo que vale vaga na final e premiação milionária.


Diante disso, a orientação interna é evitar comentar o assunto publicamente e deixar a negociação por Hugo Souza ser conduzida por Fabinho Soldado, executivo de futebol, e Vinicius Cascone, diretor jurídico. O presidente Augusto Melo acompanha o caso sem participar de conversas com o rival.


Há o entendimento no Corinthians de que o Flamengo não esperava o sucesso conquistado por Hugo Souza em pouco mais de 20 jogos e quatro meses atuando em São Paulo. Por isso, segundo pessoas ouvidas pelo ge, a direção do time carioca tem "jogado para a torcida" e usado um tom "desnecessário" ao dificultar a negociação da venda do goleiro, já que não pode alterar os valores pré-acordados em contrato.


Ao todo, o Corinthians deve desembolsar R$ 7,3 milhões para adquirir 50% dos direitos econômicos de Hugo Souza. O valor inclui R$ 1 milhão pelo empréstimo, mais R$ 1,5 milhão do pagamento de três multas pelos três jogos em que ele terá enfrentado o Flamengo durante o período emprestado e mais R$ 4,8 milhões referentes à porcentagem dos seus direitos.


O Flamengo exige que o Corinthians apresente um fiador que garanta o pagamento do valor, previsto em quatro parcelas ao longo de 2025 e 2026, caso o clube paulista venha a atrasar. A justificativa do clube carioca é o atraso na compra de Matheuzinho, em que o Timão não quitou a terceira de cinco parcelas. A mesma fiadora colocada neste negócio foi negada na negociação por Hugo Souza.


Sem chance de melar


O Corinthians descarta qualquer possibilidade de o negócio com Hugo Souza melar. A direção alvinegra busca um novo fiador para apresentar ao Flamengo e obter o sinal positivo para a concretização da venda.


O prazo para um acerto entre os clubes é 30 de novembro. A direção alvinegra confia que até lá vai conseguir cumprir todas as exigências do Flamengo e honrar o que foi firmado no contrato de empréstimo, com o primeiro de quatro pagamentos sendo feito em janeiro de 2025.


Há um acerto com o empresário de Hugo para um contrato válido por cinco temporadas, com o pagamento de luvas e comissões diluídas ao longo do vínculo. O goleiro deve receber uma importante valorização salarial, tornando-se um dos atletas mais bem remunerados no atual elenco.


Pressão além dos bastidores


O Corinthians entende que a pressão feita pelo Flamengo vai além dos bastidores e das questões financeiras. Pessoas ouvidas pelo ge defendem a tese de que o clube carioca tenta desestabilizar Hugo e o elenco para a partida decisiva que será disputada no próximo domingo.


A mudança na data prevista para a partida teria sido o primeiro movimento do Flamengo para mexer no cenário. O Timão não gostou da troca de datas das partidas da Copa do Brasil e Brasileirão, entendendo que foi prejudicado na disputa para evitar o rebaixamento, grande objetivo do ano.


Pressionado pela demissão de Tite e às vésperas de eleição presidencial, o presidente Rodolfo Landim estaria à frente da estratégia de expor o rival antes do confronto decisivo. O mandatário rubro-negro e Augusto Melo não se falam desde o sorteio das datas e mandos de campo da semifinal da Copa do Brasil.


A relação entre as duas diretorias começou bem, com a presença do diretor de futebol Marcos Braz na posse de Augusto Melo, no início do ano. No entanto, foi criando ruídos com o interesse do Timão em Gabigol e do Fla em Maycon, o atraso no pagamento de Matheuzinho e recentemente no negócio envolvendo Hugo Souza e a troca de datas da semifinal da Copa do Brasil.


Fonte;ge.globo

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